22 de maio de 2018

Na Advocacia é mais ou menos assim!

A Advocacia não foi criada apenas para fazer com que bons e honestos Advogados pratiquem a justiça - ela também visa lucro quando o objeto buscado é o cumprimento de leis esdrúxulas, e quando não, para que o "inteligente, MAS sem ética, operador do Direito", "opere-a", de modo a produzir brechas em favor do cliente (cliente esse que precisa ter muita $$$$, ou a "operação" não será realizada com êxito)!

Advocacia íntegra

De todos os modos, muitos dos que necessitam de "justiça" deveriam pagar pelo que fizeram - o recebimento dela se restringiria ao respeito aos direitos humanos que cada ser tem de se manter com vida, dignidade e integridade!

Toda classe de criminoso deveria pagar pelo que fez na cadeia (ou de outro modo que seja previsto em lei): gente que estupra; gente que mata; gente pedófila; gente que pratica linchamento; que "passa calote" nas entidades governamentais não pagando impostos; gente que espera as contas prescreverem para não pagar; que rouba; que polui a natureza; gente que mata animais sem defesa, etc.

TODOS os que, de fato praticaram crimes, de menor ou maior potencial ofensivo, o certo seria cumprir pena ou ressarcir o dano causado, quando for o caso!


Se a justiça funcionasse exatamente dessa forma, exerceria a Advocacia com gosto! A honestidade do cliente é a minha base! Cliente "culpado", especialmente por praticar certos crimes, comigo não tem vez! Esse é o fator pelo qual nunca ficarei rica como Advogada!

- Ahhh, mas todo mundo merece um julgamento justo!

- Claro que sim! Justo e dentro da lei - nada de se esquivar dela para sair impune; tampouco pagar ($$) para sair "inocente"!

A Lei deveria servir como instrumento de justiça e apenas isso! Quando se tratar de crime do Código Penal, aos julgados e condenados caberá a aplicação do que vem previsto no referido CP e da forma como está na Execução Penal (Lei 7.210/1994). Isso, sempre, e tão somente, após passar pelo trânsito em julgado de sentença. Não dá para aceitar inocente preso, tampouco, culpados e condenados, LIVRES!
TÍTULO I
Do Objeto e da Aplicação da Lei de Execução Penal
Art. 1º A execução penal tem por objetivo efetivar as disposições de sentença ou decisão criminal e proporcionar condições para a harmônica integração social do condenado e do internado.
(...)
Art. 3º Ao condenado e ao internado serão assegurados todos os direitos não atingidos pela sentença ou pela lei.
Amo o Direito Penal, a Criminologia, os Direitos Humanos e a Medicina Legal; no entanto, só atuo nas áreas em que a culpa ou inocência é irrelevante: Família, contratos, Direito do Consumidor e na defesa da vida e integridade (neste último caso, seja da vida de quem for) - felizmente, posso me dar esse "luxo" e afortunadamente não tenho ambições desmedidas.

É uma lástima, mas, no Brasil, a Advocacia tem fama de "mercenária"; FELIZMENTE, nem tudo é joio; a categoria tem também excelentes e respeitáveis profissionais, para esses o meu aplauso, respeito e consideração!


Por Elane F. de Souza - "OPINIÃO?😏😛😛😛 Cada um tem a sua - essa é a minha, obrigada por respeitá-la"! 



(Adv. OAB-CE 27.340-B)

16 de maio de 2018

Sonha ser Delegado de Polícia? Fique ligado, 2018 é o ano!

Vocês sabiam que em 2018 há previsão para realização de concursos para Delegado em pelo menos 10 Estados? Pois é, sem falar no da Polícia Federal (elite da polícia brasileira - sonho maior dos que já sonham com a carreira).

Além de emocionante e atrativo, ser Delegado é sinônimo de boa remuneração (bom subsídio) e estabilidade funcional pós 3 anos de efetivo exercício (e a devida aprovação no estágio probatório).


Polícia prendendo
Seja um Delegado de Polícia

Dentre os Estaduais, apesar do Distrito Federal não ser um (se equipara nesse sentido), oferece o maior salário do país - exatamente igual ao da Polícia Federal. Ser Delegado no DF é quase como ser Delegado da PF (só para rimar - rsrsr)!

Por outro lado, além do Distrito Federal, outros poderão ser meta de muito concurseiro; afinal, concurseiro que é concurseiro, com vocação para polícia, VIAJA, para onde for, em busca da realização do sonho!

Só deixe de fazer isso se realmente não tiver condições financeiras para tanto; afinal, realizar um sonho profissional é mega importante para o ego. Depois, não se adaptando ao lugar ou verificando que não era exatamente a profissão dos sonhos, peça exoneração ou realize novo concurso (meu conselho é que espere o estágio probatório acabar para fazer qualquer "besteira", ou mudança significativa na situação).

Hoje, o que definitivamente não dá é ficar parado, esperando aparecer uma oportunidade de concurso apenas em nosso Estado. Deve correr atrás do sonho onde ele estiver! Nada impede que no futuro faça e aprove em sua terra natal!

CONFIRAM OS CONCURSOS ABERTOS OU IMINENTES:

Delegado de Polícia Federal: Ao todo, 500 vagas para os cargos Policiais (Perito, Papiloscopista e Delegado).  Para concorrer aos cargos de Delegado de Polícia Federal é preciso diploma de bacharel em Direito e comprovação de três anos de atividade jurídica ou policial. Remuneração inicial de R$ 22.672,48 e a jornada de 40 horas semanais em regime de tempo integral e com dedicação exclusiva.  A taxa será de R$ 180,00 ou R$ 250,00, dependendo do cargo pretendido. Para participar do concurso, os interessados devem se inscrever via página do Cebraspe (http://www.cespe.unb.br/concursos/pf_18), entre 10 horas de 19 de junho e 18 horas do dia 2 de julho de 2018 (horário de Brasília).

1 - PIAUÍ (encerrado)

2 - GOIÁS (aberto)
Edital 01/2018 abre 100 vagas para Delegado de Polícia do Estado de Goiás. A remuneração inicial para os futuros empossados será de R$19.242,00. Para se candidatar basta ter bacharelado em Direito (e outros requisitos normais de concurso); pagar uma taxa de inscrição no valor de 200 reais para o Núcleo de Seleção UEG, preencher o formulário na internet do dia 12 de junho a 11 de julho de 2018 e realizar a prova na data provável de 12 de agosto de 2018.

3 - RIO GRANDE DO NORTE (autorizado, anunciado e banca em definição)
Segundo Diário Oficial desse Estado, possivelmente serão abertas 29 vagas para Delegado apesar da necessidade de 3.608 cargos (estes estão vagos). Remuneração possivelmente será de R$ 13.298,00.

4 - SERGIPE (concurso autorizado e banca em definição)

Desde dezembro de 2017 há expectativa para publicação de edital. A remuneração inicial será de possivelmente R$ 11.500,00.

5 - ALAGOAS (banca organizadora em definição e edital IMINENTE).

A expectativa é que seja aberta 20 vagas para um salário inicial de R$ 14,127,00.

6 - AUTORIZADOS, COM EDITAIS IMINENTES TAMBÉM HÁ:

Roraima, Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, São Paulo e a POLÍCIA FEDERAL (esta, além de autorizada, tem edital IMINENTE).

Aos apaixonados pela carreira, apenas um conselho: não espere para começar a estudar só quando o edital for publicado. Na maioria dos concursos de elite (como são os de Delegado), somente os que começam cedo na preparação obtêm sucesso. Portanto, que tal começar agora ou fazer "upgrade" nessa preparação?


A nossa dica é: matricule-se num bom curso, dê preferência aos que personalize seu preparo individualmente - que zele pela sua aprovação na objetiva e te acompanhe de perto também na subjetiva (corrigindo seus erros de perto na elaboração de peças práticas).


Quiçá o seu negócio seja outro - que tal conhecer um curso preparatório para a emocionante carreira de Perito extrajudicial "ad oc" - oportunidade única (para as diversas carreiras de bacharelado).

No entanto, se ainda é bacharel em Direito e pretende Advogar num futuro - que tal conhecer o curso direcionado para o Exame da Ordem (OAB)?


Por Elane F. de Souza (Advogada CE)

Imagem/crédito: pixabay

6 de maio de 2018

Saiba como passei na OAB tendo sido uma aluna "meia boca"

DEPOIMENTO DE UMA ESTUDANTE CONCURSEIRA:

Meu nome é Mariana, sou bacharel em Direito há 3 anos e aprovada na OAB há apenas um. Quando terminei o curso tinha certeza que nunca seria aprovada na OAB se não fosse estudar todo o conteúdo novamente e de forma específica.

Na época dos estudos NÃO me dedicava exclusivamente a ele, vivia fazendo concurso público; estudando uma matéria distinta do Direito aqui e acolá para conseguir um emprego estável - isso incluía quase todos os concursos (exceto os de banco e Receita Federal - os fiscais); todos os demais tentava (arriscava), acreditando que mais cedo ou mais tarde acabaria conseguindo aprovação em algum.

E que fique claro: os concursos eram os de nível médio - de superior, eram poucos os que eu me arriscava; só mesmo os intermediários de Direito - tipo analista dos tribunais e da administração pública Federal, Estadual ou municipal.  

Partia sempre para os que não tinha matemática e/ou raciocínio lógico - quando não tinha jeito, quando o meu interesse era demasiado pelo cargo oferecido, ou a oferta de vagas era grande, fazia mesmo assim; mas levava em conta o peso (se o peso delas fosse maior que das demais matérias, estaria fora de cogitação).  Já bastava ter essas matérias que me causam ojeriza, imagine se fossem as com maiores pesos?

Nessa época, de concurseira e acadêmica de Direito, ter que estudar matérias distintas da minha formação se tornava algo complicado, acabava não fazendo nenhuma das duas coisas bem; felizmente ou infelizmente, a Faculdade também não era grande coisa (combinava com a minha dedicação) - exigia pouco dos alunos; ali, "qualquer um passava" desde que a mensalidade estivesse em dia - se não, mas quitasse antes de fim, o Diploma estaria em mãos para colar grau.


O tempo passou, consegui o tão desejado diploma, mas como já disse no início desse depoimento, sabia que não conseguiria aprovação na OAB (pelo menos na primeira tentativa); assim, que segui com os estudos (sem muito direcionamento) a fim de conseguir um emprego público.
Estudante concurseiro - por pixabay

Mais um ano passou e nada de aprovação em concurso.  Foi aí que decidi estudar (de forma bem direcionada) para fazer o Exame da Ordem.  

Àquele ano foi só na OAB que pensei. 

Pesquisei na internet e em sites que falam sobre Exame da Ordem, resolvi muitaaas provas anteriores (de forma cronometrada), li sobre as tendências de novos conteúdos; assisti a vídeo aulas atualizadas sobre Direito (não veja vídeo se não souber a data da realização da aula - esta é, NA MAIORIA DAS VEZES, diferente da data postada); as escolas só publicam imediatamente quando a aula foi ao vivo (raras exceções disponibilizam bom conteúdo, atualizado, no youtube). Portanto, ATENÇÃO - Pior coisa é estudar por conteúdo desatualizado!

Assim, focada no que queria e estudando somente conteúdo que gostava (da minha área - o Direito) acabei conseguindo aprovação na primeira tentativa. Acertei 61% da prova; sei que isso não é uma grande nota, mas é suficiente para ir para a segunda fase.  

Na segunda, do mesmo modo, não consegui uma grande façanha em Direito do Trabalho - seguramente não foi uma peça fenomenal, mas foi uma que me levou a obter a tão desejada por muitos (e por mim, naquele momento), carteira da Ordem dos Advogados do Brasil. 

Foi dessa forma que passei a acreditar que no Exame da Ordem, todos, com muito mais facilidade que nos concursos públicos, conseguem aprovação!

Quando é que eu conseguiria ir para uma segunda fase (ter uma redação corrigida) em um concurso, com apenas 61% de acerto???? 

No Exame da OAB há uma nota específica, mas o candidato não concorre com ninguém - conseguiu alcançá-la terá a carteira; em concurso há uma quantidade específica de vagas e também uma nota específica para aprovação; NO ENTANTO, quase ninguém consegue entrar com o mínimo especificado pela banca.  

Hoje, a maioria dos candidatos conseguem superar a nota mínima em pelo menos 15%.  Quando pedem 60% para aprovação, o candidato pior classificado geralmente tem 78% de acertos.  Simples assim!  

Exame da Ordem não é coisa de outro mundo - concurso, para mim, infelizmente continua sendo - nele, a concorrência é entre todos os candidatos; na OAB concorremos conosco, ao conseguirmos a nota mínima, em ambas as provas, nos superamos! A partir daí, com uma "pequena" anuidade, adquirimos a nossa tão "sonhada" carteira; ahhh, mas não se esqueçam da compra do certificado digital (hoje, sem ele está ainda mais difícil advogar)!

Mas, com muita força de vontade e fé se vai longe - boa sorte a todos os que ainda estão na luta pela sua "vermelhinha"!

Por Mariana XXX. (vedação de nome por causa da exposição da Universidade "meia boca")



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